Como está a educação no Brasil?

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Acesso gratuito a artigos destinados à comunidade científica

Para quem precisa baixar artigos científicos que são pagos, aqui uma solução:

O “Science Hub” dá acesso gratuito a artigos destinados à comunidade científica. Pra baixar o artigo, basta seguir os passos: 1. Você encontra o artigo que você quer baixar. Pode ser de qualquer revista e de qualquer área. Por exemplo, suponha que, por algum motivo estranho, você queira baixar o seguinte artigo:http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/cmr.1820020102/abstract 2. Adicione .sci-hub.org logo após endereço da revista no link do artigo que você quer baixar. No caso do suposto artigo que foi aleatoriamente escolhido, a palavrinha mágica deve ser adicionada logo depois do .com. O novo endereço será então: http://onlinelibrary.wiley.com.sci-hub.org/doi/10.1002/cmr.1820020102/abstract 3. Neste momento, o resultado pode ser diferente, dependendo da revista da qual você quer baixar (e talvez do artigo também). Das três, uma: 3.1 O artigo começa a ser baixado diretamente; 3.2 Você é direcionado a uma pagina da revista à partir da qual você terá acesso ao artigo. A página será semelhante aquela na qual entram aqueles que fazem login no site da revista. Em geral, basta clicar em “Download the pdf”, ou algo assim. 3.3 Nada muda. Ou melhor, quase nada. Um botão estranho com umas coisas escritas em russo e com um simbolo de atualizar, em verde, aparece no lado direito da tela (esse botão também pode aparecer na situação 3.2, então de qualquer maneira tente ver se você consegue baixar o artigo clicando no botão respectivo ao download do pdf). Se isso acontecer e o artigo ainda não puder ser baixado, clique no simbolo de atualizar e aguarde o carregamento da pagina. Clique no atualizar quantas vezes for necessário (em alguns casos, pode chegar a umas 10 ou mais vezes), até que o artigo esteja disponível. Eu testei aqui com um artigo que não encontrava por nada, e deu certinho! Pra quem quiser saber mais sobre o Science Hub, basta acessar: http://www.scihub.org/index.html

Fonte: https://joindiaspora.com/posts/3023036

Pearltrees gerencia seus sites favoritos

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Pearltrees é uma ferramenta de armazenamento dos sites interessantes que você encontra pela Internet.
Diferente das mais famosas redes sociais, o objetivo é buscar assuntos no lugar de focar nas relações pessoais e na procura de comunidades, fóruns ou grupos. Basta localizar uma “pearl” (pérola) do assunto que lhe interessa e montar sua “pearltree”, onde as pérolas serão interligadas, formando uma árvore.
O interessante é o fato de que, quando você adiciona uma pérola a sua árvore, com ela também vem uma pessoa que se interessa pelo assunto, organizando visualmente links e relações sociais.
Para montar sua pearltrees basta fazer o cadastro e começar a pesquisar seus temas preferidos.

Programas facilitam a leigos criação de gráficos

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VERÔNICA COUTO

colaboração para a Folha de S.Paulo

Reunir e analisar dados não é mais tarefa restrita a cientistas e pesquisadores. Agora, qualquer um pode pesquisar o mundo e contar o que descobriu, por meio de técnicas de visualização de dados.

Conhecidas por nomes como nuvens de tags, árvores de palavras, ou Treemap, essas técnicas permitem ver e relacionar um maior volume de informação. Também aumentam a participação dos usuários na coleta e na crítica de dados, servindo a aplicações sociais, políticas e de entretenimento.

Ficou fácil criar e distribuir sua própria pesquisa eleitoral ou uma estatística sobre o consumo de água no seu prédio, em sites colaborativos, como o Dabble DB (dabbledb.com), o Swivel (www.swivel.com), ou o Many Eyes (www.many-eyes.com). Até as relações sociais em comunidades virtuais podem ser traduzidas em gráficos e diagramas, revelando preferências e padrões.

“Cidadãos têm a seu dispor, agora, uma quantidade absurda de ferramentas. Como conseqüência, muitos ‘não-profissionais’ estão coletando dados e os analisando”, diz o professor de estatística Mark Hansen, da UCLA (Universidade da Califórnia em Los Angeles).

Visualizações de dados são testadas em iniciativas de ponta do Media Lab, laboratório de mídia do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), na UCLA, ou, no Brasil, entre outras, na UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), em áreas como processamento de imagens médicas. Mas também podem ser vistas no varejo.

Estão na Amazon, no mapa do mercado financeiro da Smart Money, ou em experimentações jornalísticas do “New York Times” na internet.

“Isso ajuda as pessoas a ter consciência da complexidade do mundo. Os impactos são obscuros, perigosos, desafiantes. Podemos imaginar muitas novas interações sociais para coleta e intercâmbio de análises de dados”, diz Mark. Principalmente, explica, porque as pessoas estão filtrando as informações “por meio de suas próprias experiências, discutindo e compartilhando”.

A brasileira Fernanda Viégas também aponta a democratização da análise e a produção de dados. Ela é co-fundadora do Many Eyes, site que oferece 16 técnicas para estruturar informações. Em cerca de um ano, agregou 29 mil bases de dados, de 13 mil usuários. E também pessoas que relacionaram graficamente, por exemplo, as palavras usadas no poema “Os Lusíadas”, de Luís de Camões.

Segundo Fernanda, é grande a demanda por temas políticos, como análises de discursos da campanha presidencial dos EUA. “Os blogueiros também adoram”. Duas técnicas permitem visualizar a estrutura de textos longos: árvores de palavras e nuvens de tags. Comunidades virtuais e relações sociais podem ser vistas graficamente por meio de diagramas ou gráficos de volume.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u462870.shtml